E l   t i t  n   U r a n o ,   s e  o r   d e   l o s   c i e l o s ,   e n v  a   u n   t r u e n o   p a r a   a c a b a r   c o n   t u s   e n e m i g o s .   L a   m e j o r   f o r m a   d e   u t i l i z a r   e s t e   p o d e r   e s   c o n   p e q u e  o s   g r u p o s   d e   u n i d a d e s   e n e m i g a s .   E l   t r u e n o   c a u s a   d a  o s   e n   l o s   e n e m i g o s ,   q u e   s a l e n   v o l a n d o .   U t i l i z a   e s t e   p o d e r   p a r a   d e b i l i t a r   a   u n   g r u p o   d e   i n v a s o r e s   a n t e s   d e   q u e   a l c a n c e n   t u s   e d i f i c i o s   o   p a r a   l l e v a r l o s   a l   a l c a n c e   d e   u n a   d e   t u s   t o r r e s . 
 
 
 
 P a r a   i n v o c a r   e l   t r u e n o ,   h a z   c l i c   c o n   e l   b o t  n   p r i m a r i o   e n   e l   i c o n o   d e   t r u e n o   y ,   c o n t i n u a c i  n ,   e n   l a s   u n i d a d e s   e n e m i g a s . 
 
 